Quando a noite cai sobre nós, é um momento de reflexão. É legal deitar na cama e pensar... Refletir ações, da forma que estamos cuidando da gente. Acredito que qualquer que seja a relação entre um ser humano e outro, a base de tudo é o respeito. Acho que um "Vai a merda" ou um "você é uma pessoa baixa" são frases expostas em momentos crueis onde a única intenção é ferir o outro de maneira que saiamos por cima.
E quando você finge que ignora isso?
Aceita, passa por cima e volta ao mundinho como se nada tivesse acontecido. Seria o correto? Acho que não! Se levarmos em conta que a violência física não é a única violência existente, podemos considerar um caso de violência verbal então. Tudo isso pesa no momento em que você vê que tudo que faz e admite não significa nada. Que os mesmos erros serão cometidos, que as mesmas palavras serão ditas em momentos de raiva.
Afinal tem dias que tudo tende a dar errado. Começa por um trabalho que tira o sono, que ao pensar que você pode confiar e contar com alguém, você pede: "Me ajuda?" E de fato você obtém a ajuda, mas de que adianta ajudar e jogar na cara depois. Passar a tarde toda quebrando a cabeça com algo e alguém te ajudando, acompanhando todo o processo e no fim de tudo ao invés de um demonstrar ao outro a felicidade do alívio, o que se vê é o sentimento de tempo perdido. Afinal... Qual o conceito de estar junto? É a presença física? O beijo? O sexo? E o companherismo? O fazer junto? O se envolver com o trabalho do outro, com a tranquilidade do outro. Não conta? "Era esse o feriado que você queria?". Complicado não?
Tudo bem... Vá tomar banho. Esfrie a cabeça e quando voltar ligue, tenta deixar tudo bem, faça o que foi prometido. Mas... Algo acontece. Status: Sem reposta! Como assim? Até agora a pouco estava "Casado". No tempo de tomar banho já muda? TENSO!
Ok? Passa por cima de mais isso. Veste sua roupa e pegue o metrô, desça no Centro e ande até chegar lá. Quando chega lá... Cadê a aliança? "Ahh vou pegar essas camisinhas aqui" você pensa até que é uma brincadeira. Afinal que cara de pau hein? Mas não é. A camisinha acompanha na mão, entra no carro e se instala lá! Mantenha-se educado, não torne público algo tão particular.
Chegando lá FALE! Ok briga, conversa, se desentende mas continua! Vá pra festa! Ok? Chega na festa... Telefone toca, olha quem é! Porque não atende? Porque está perto de mim? Nossa! Que companherismo é esse. Em que pilar essa confiança será construída, omitir e esconder. Qual a diferença?
E no fim das contas.... Após um dia tão assim... Você escuta. "Como você é ingrato, cabeça dura e infantil"
É mole? Dorme! Dê-se ao valor e descanse em paz... Junto com esse "amor" que não deu certo!

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